terça-feira, 30 de dezembro de 2025
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
O novo normal
| Tue, Oct 7, 10:58 PM | |||
| ||||
competências e caprichos dos que governam, mas também dos que são governados. E todas são afetadas pelo
conjunto de decisões de quem detém o poder, ao atender demasiadas vezes a interesses anónimos e em
detrimento dos interesses coletivos.
“Já não se fazem líderes como antigamente”. Tirando o (só aparente) saudosismo penso que nos tempos que
correm, facilmente se confunde um político com um qualquer influenciador digital pelas atitudes populistas e sem
prestar contas ao bom senso.
Confunde-se disparate com coragem. Responsáveis que deveriam ser exemplos de carisma abraçam causas de
projeção internacional em detrimento de causas nacionais, cuja responsabilidade de resolução lhe foram entregues
na sequência de processo eleitoral.
E tantos batem palmas a esses repentistas que não avaliam o impacto das suas ações.
Tudo é volátil. Convicções que movimentam milhares de opiniões rapidamente submergem no mundo global para
dar lugar a outras com a mesma importância e duração. Será que se pode fazer História com esta falta de seriedade
de opinião?
Falta sobriedade à classe política e falta ao povo respeito por si próprio.
O valor e a competência de muitos que detém pastas políticas de grande vulnerabilidade é discutível. Doutro modo
não se assistia ao que parece ser uma regressão de ver crianças a nascer em ambulâncias ou em salas de espera
de hospitais. Também na educação se tem permitido que a sala de aula esteja transformada numa arena, onde o
aluno é o pequeno ditador e o professor só tem vontade de mudar de profissão.
Provavelmente estamos a caminhar para uma sociedade onde os erros não tem consequências, em prol de uma
ilusória liberdade.
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Pequenas pessoas com pequenos poderes
| Tue, Oct 21, 2:00 PM | |||
| ||||
capacidade em lidar com a frustração ou com má índole tentam culpar o mundo dos seus fracassos.
Como o mundo sabe defender-se desses idiotas, estes viram-se para o círculo familiar onde encontram
pessoas tolerantes e muitas vezes indefesas.
O processo da violência doméstica desencadeia-se sempre da mesma forma: a prepotência de pequenas
pessoas sobre pessoas vulneráveis. E aquilo que começa com a desculpabilização vai crescendo por
conta da manipulação e controle por um lado e do medo por outro. O lar transforma-se pouco a pouco no
palco de muita crueldade, com consequências noticiadas todos os dias.
Em numerosas situações a violência doméstica está associada ao consumo de álcool ou estupefacientes
e é recorrente a aparente desculpabilização dos agressores por conta dessa condição. Há que deixar de
“passar-se o pano” a irresponsáveis que não conseguem gerir a vida sem essas “ajudinhas”.
A falta de juízo não pode ser permissiva, o "pôr-se a jeito" perante situações que lesam a prazo a saúde
mental também tem de ser responsabilizada, ou então aqueles que cumprem as regras de bem viver em
sociedade devem ter direito a um prémio. A vida é difícil para todos e se a maioria enveredar por um modo
de vida torto, o mundo transformar-se-á num imenso hospício.
Já basta o que basta!
A catatonia da lei tem que ser tratada com urgência porque os números da violência em família são
assustadores.
segunda-feira, 29 de setembro de 2025
Um país de primeira e um país de segunda
Como é diferente o amor a Portugal
| Sat, Sep 13, 5:03 PM | |||
| ||||
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Porque não um kit de sobrevivência mental?
Kits de sobrevivência mental
| Thu, Sep 4, 12:10 AM (12 days ago) | |||
| ||||
Sugerem os experts que devemos ter um kit de sobrevivência para emergências.
Para acautelar as surpresas que a vida traz, há que ter em casa alguns itens
numa mochila, tais como, água, alimentos, medicamentos, lanternas, dinheiro…
Num primeiro momento poderá ser a diferença entre sobreviver ou não.
Não sei se muitos praticam a sujestão ou se acham que as coisas más só
acontecem aos outros.
Como o seguro morreu de velho considero do mesmo modo importante um kit
de sobrevivência mental.
Num tempo em que as adições virtuais são tão intensas há que acautelar que
a falta de acessos em casos de “apagões” ou outros que tal, sejam minimizadas.
Não se vá dar o caso de que enquanto uns poucos conseguem manter a serenidade
a abrir a sua lata de atum, muitos poderão andar às cabeçada por se sentirem
“desligados”.
quarta-feira, 10 de setembro de 2025
Afinal quem manda no Mundo?
(no subject)
| Fri, Aug 8, 12:23 AM | |||
| ||||
Afinal quem são os poderosos do mundo? Será que um Trump tem tanto poder
assim? O Putin mandará alguma coisa? Um Xi Jinping, o inflado narcisista que
gere um dos países mais populosos terá essa importância toda?
São rostos que todos conhecem, que se admiram ou se detestam, mas a quem
foram dados poderes para fazer o que de bom e de mal acontece no mundo.
E eu pergunto a mim mesma se esta gente manda mesmo alguma coisa ou são
apenas marionetes ao serviço de poderes maiores e invisíveis aos nossos olhos.
Grandes figurões ficaram na História como ditadores por auto-recriação e em alguns
era percetível a psicopatia como traço de personalidade e muitos tiveram longos
reinados, só possíveis perante a prepotência e a crueldade que
habitualmente é a imagem de marca destes alucinados.
Agora, em pleno século XXI, após tantos episódios históricos negativos que nos
deveriam ter “educado”, ao observar o comportamento de pseudo líderes que
gerem países poderosos, fico com a impressão de que estes são os escravos de
"senhores" apostados em manter o planeta no pântano moral e económico
que ditará o fim desta civilização.
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
O fogo atacou e a liderança falhou
(no subject)
| Sat, Aug 2, 12:46 AM | |||
| ||||
Por estes dias em que o país arde, onde estão os rostos dos governantes
para confortar aqueles que se sentem ameaçados em si mesmos e nos seus bens?
Habitualmente desaparecem e só os bombeiros dão a cara e a coragem junto de
populações aterradas, auxiliando-se mutuamente para salvar o que por vezes é o
patrimônio de uma vida de muito sacrifício.
Na pompa e circunstância estão lá todos, mas quando o problema é maior que a
competência, tornam-se invisíveis, varrendo o assunto para debaixo do tapete na
esperança que este desapareça por si mesmo.
Paradoxalmente crescem chefes nos gabinetes mas faltam operacionais no terreno,
ou dito de outra maneira são tantos os chefes que se atrapalham uns aos outros.
Ano após ano, o mesmo carma: populações abandonadas à sua sorte e o comando
de temas tão sensíveis entregue a pessoas inadequadas. Escolher competência
para a boa gestão do país continua a ser secundarizada relativamente aos interesses
partidários.

