segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Um país de primeira e um país de segunda

 


Como é diferente o amor a Portugal 

Fátima Rodrigues mariafatima.rrodrigues@gmail.com

Sat, Sep 13, 5:03 PM
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Tento não ser injusta mas tenho olhos e vejo e os meus neurónios funcionam. 
O drama recente que se viveu na província por conta dos incêndios apenas foi 
acompanhado pela solidariedade dos portugueses que de norte a sul se revêem 
neste drama ano após ano. Representantes do governo nem vê-los. Uns a banhos 
ou com outros interesses que não o estado do pais. Breves comunicados 
circunstanciais e à distância, informando que o governo “Acompanha os 
acontecimentos com toda a atenção”. 
Pois! Eu também! 
Já no acidente com o Elevador da Glória que matou 16 pessoas e deixa muitos 
feridos, o comportamento político é completamente diferente. 
Comunicados, deslocações e todo um movimento que mostra um país e um governo 
a fazer o que lhe compete. 
Nada contra! 
Está em causa a imagem internacional e há que cuidar de ficar bem na fotografia. 
Mas não pode deixar de me chamar a atenção a dualidade de comportamentos e percebe-se que 
se calhar há um país de primeira e um país de segunda.
Há a preocupação de fazer bonito quando se trata dos centros de decisão. 
Quando eu era pequena dizia-se que “Portugal é Lisboa e o resto é paisagem”, infelizmente uma 
paisagem que se despreza e degrada a passos largos





segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Porque não um kit de sobrevivência mental?

 




Kits de sobrevivência mental

Fátima Rodrigues mariafatima.rrodrigues@gmail.com

Thu, Sep 4, 12:10 AM (12 days ago)
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Sugerem os experts que devemos ter um kit de sobrevivência para emergências.

Para acautelar as surpresas que a vida traz, há que ter em casa alguns itens 

numa mochila, tais como, água, alimentos, medicamentos, lanternas, dinheiro… 

Num primeiro momento poderá ser a diferença entre sobreviver ou não. 

Não sei se muitos praticam a sujestão ou se acham que as coisas más só 

acontecem aos outros.

Como o seguro morreu de velho considero do mesmo modo importante um kit 

de sobrevivência mental.

Num tempo em que as adições virtuais são tão intensas há que acautelar que 

a falta de acessos em casos de “apagões” ou outros que tal, sejam minimizadas.

Não se vá dar o caso de que enquanto uns poucos conseguem manter a serenidade

a abrir a sua lata de atum, muitos poderão andar às cabeçada por se sentirem 

“desligados”.





quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Afinal quem manda no Mundo?

(no subject)

Fátima Rodrigues mariafatima.rrodrigues@gmail.com

Fri, Aug 8, 12:23 AM
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Afinal quem são os poderosos do mundo? Será que um Trump tem tanto poder 

assim? O Putin mandará alguma coisa? Um Xi Jinping, o inflado narcisista que 

gere um dos países mais populosos terá essa importância toda?

São rostos que todos conhecem, que se admiram ou se detestam, mas a quem 

foram dados poderes para fazer o que de bom e de mal acontece no mundo.

E eu pergunto a mim mesma se esta gente manda mesmo alguma coisa ou são 

apenas marionetes ao serviço de poderes maiores e invisíveis aos nossos olhos.

Grandes figurões ficaram na História como ditadores por auto-recriação e em alguns 

era percetível a psicopatia como traço de personalidade e muitos tiveram longos 

reinados, só possíveis perante a prepotência e a crueldade que 

habitualmente é a imagem de marca destes alucinados.

Agora, em pleno século XXI, após tantos episódios históricos negativos que nos 

deveriam ter “educado”, ao observar o comportamento de pseudo líderes que 

gerem países poderosos, fico com a impressão de que estes são os escravos de 

"senhores" apostados em manter o planeta no pântano moral e económico 

que ditará o fim desta civilização.



quarta-feira, 3 de setembro de 2025

O fogo atacou e a liderança falhou

 

(no subject)

Fátima Rodrigues mariafatima.rrodrigues@gmail.com

Sat, Aug 2, 12:46 AM
to leitor

Por estes dias em que o país arde, onde estão os  rostos dos governantes 

para confortar aqueles que se sentem ameaçados em si mesmos e nos seus bens?

Habitualmente desaparecem e só os bombeiros dão a cara e a coragem junto de 

populações aterradas, auxiliando-se mutuamente para salvar o que por vezes é o 

patrimônio de uma vida de muito sacrifício.

Na pompa e circunstância estão lá todos, mas quando o problema é maior que a 

competência, tornam-se invisíveis, varrendo o assunto para debaixo do tapete na 

esperança que este desapareça por si mesmo.

Paradoxalmente crescem chefes nos gabinetes mas faltam operacionais no terreno, 

ou dito de outra maneira são tantos os chefes que se atrapalham uns aos outros.

Ano após ano, o mesmo carma: populações abandonadas à sua sorte e o comando 

de temas tão sensíveis entregue a pessoas inadequadas. Escolher competência 

para a boa gestão do país continua a ser secundarizada relativamente aos interesses 

partidários.