| Wed, May 7, 2:16 PM (13 days ago) | ![]() ![]() ![]() | ||
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Não insistam mais em ginásios para velhotes, subsidiem o passe dos STCP pois para além
Do sol que nasce a cada dia, retira para teu beneficio um pouco da sua luz e vê como a tua vida se torna mais luminosa.
| Wed, May 7, 2:16 PM (13 days ago) | ![]() ![]() ![]() | ||
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| Tue, Apr 29, 10:14 AM | ![]() ![]() ![]() | ||
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Muito já se escreveu sobre os motivos do apagão do dia 28 abril e muito mais se escreverá.
Muitos vão enaltecer como foi lindo o dia em que as pessoas se viram privadas das redes sociais e
puderam confraternizar à volta dum churrasquinho entre família amigos.
Muitas teorias conspiratórias e muitas profecias sendo ditas, mas ninguém assume que estas coisas
também acontecem por conta da nossa subordinação e perda gradual de autonomia.
Supostamente somos uma nação mas percebe-se como mandamos pouco no que é nosso.
O exímio trabalho dos políticos quando entregam bens essenciais como energia e água a privados ou
estrangeiros mostra como o país está a ser vendido a retalho.
Conheço bem a realidade da EDP e o orgulho com que se festejavam grandes investimentos nas
energias limpas em diversos países ao redor do mundo para agora me aperceber como estamos tão
subordinados a outros na manutenção dos bens essenciais como a água e a energia.
Ter fé que vêm aí melhores dias só porque temos eleições em breve é um direito que cada um tem.
Pessoalmente não acredito na mudança, porque continuam a ser os mesmos a fazer as mesmas coisas, sem criatividade e sem autonomia.
D. Sebastião não voltou e o D. Afonso Henriques foi um génio no seu tempo e provavelmente já não
saberia governar este país entregue a mouros.
Um sentido para a vida
| Wed, Mar 19, 10:57 AM | ![]() ![]() ![]() | ||
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Nunca como agora se teve acesso a tantas coisas, essenciais ou supérfluas e nunca como agora
as pessoas se frustram tão rapidamente.
Erradamente pensamos encontrar a realização em coisas volúveis que satisfazem temporariamente,
mas que rapidamente desaparecem perante os nossos olhos inquietos.
A frustração acontece porque se busca um sentido nessas mesmas coisas.
como nós.
Os mestres estão por todo o lado, com receitas para a felicidade e nós simples mortais continuamos
a acreditar que o sentido para a vida virá pela boca de um "salvador" por não reconhecermos em nós
as competências para ir em busca de um futuro.
A psicoterapia atual insiste em continuar a dissecar a mente do paciente para encontrar aí os
argumentos que justificam comportamentos e a partir do diagnóstico vida continuará com o amparo
da terapia a que o paciente dificilmente escapará.
Viktor E. Frankl defende que o psicoterapeuta deveria ter o papel do oftalmologista e não o do pintor,
porque enquanto o pintor nos ensina a sua visão das coisas, o oftalmologista ajuda-nos a ver pelos
nossos próprios olhos.
E nas famílias, quando não há valores ou compaixão, aqueles que silenciam a voz transformam-se pouco a pouco no “elefante na sala”.
A razão tem novos donos, que tudo sabem e tudo discutem com argumentos de altíssima lucidez. A voz dos mais velhos é abafada por vozes mais altas e mais fortes. Já pouco importa quem foram os antecessores com sucessos ou insucessos que nessa contínua desvalorização pouco a pouco se anulam…
Tudo perde importância perante novas gerações espaçosas e brilhantes.
| Fri, Jan 24, 2:51 PM | ![]() ![]() ![]() | ||
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A cidade é um pulmão gigante de gentes correndo maratonas todos os dias.
Uma corrida de obstáculos, autocarros que se perdem num relógio que não para.
Chegar ao emprego é uma aventura no cansaço e na vontade de voltar para casa.
A cidade não é só o que dizem os noticiários, tão pouco o glamour apregoado pelos influenciadores/
Uma espécie de loja do chinês onde tudo se mistura.
É pressa, ansiedade, insegurança, medo…
O luxo que convive lado a lado com a miséria…
E uns poucos que tem cada vez mais e muitos que apenas sobrevivem.
Supostamente são assim todas as cidades da democracia.