Como é diferente o amor a Portugal
| Sat, Sep 13, 5:03 PM | |||
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Do sol que nasce a cada dia, retira para teu beneficio um pouco da sua luz e vê como a tua vida se torna mais luminosa.
| Sat, Sep 13, 5:03 PM | |||
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| Thu, Sep 4, 12:10 AM (12 days ago) | |||
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Sugerem os experts que devemos ter um kit de sobrevivência para emergências.
Para acautelar as surpresas que a vida traz, há que ter em casa alguns itens
numa mochila, tais como, água, alimentos, medicamentos, lanternas, dinheiro…
Num primeiro momento poderá ser a diferença entre sobreviver ou não.
Não sei se muitos praticam a sujestão ou se acham que as coisas más só
acontecem aos outros.
Como o seguro morreu de velho considero do mesmo modo importante um kit
de sobrevivência mental.
Num tempo em que as adições virtuais são tão intensas há que acautelar que
a falta de acessos em casos de “apagões” ou outros que tal, sejam minimizadas.
Não se vá dar o caso de que enquanto uns poucos conseguem manter a serenidade
a abrir a sua lata de atum, muitos poderão andar às cabeçada por se sentirem
“desligados”.
| Fri, Aug 8, 12:23 AM | |||
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Afinal quem são os poderosos do mundo? Será que um Trump tem tanto poder
assim? O Putin mandará alguma coisa? Um Xi Jinping, o inflado narcisista que
gere um dos países mais populosos terá essa importância toda?
São rostos que todos conhecem, que se admiram ou se detestam, mas a quem
foram dados poderes para fazer o que de bom e de mal acontece no mundo.
E eu pergunto a mim mesma se esta gente manda mesmo alguma coisa ou são
apenas marionetes ao serviço de poderes maiores e invisíveis aos nossos olhos.
Grandes figurões ficaram na História como ditadores por auto-recriação e em alguns
era percetível a psicopatia como traço de personalidade e muitos tiveram longos
reinados, só possíveis perante a prepotência e a crueldade que
habitualmente é a imagem de marca destes alucinados.
Agora, em pleno século XXI, após tantos episódios históricos negativos que nos
deveriam ter “educado”, ao observar o comportamento de pseudo líderes que
gerem países poderosos, fico com a impressão de que estes são os escravos de
"senhores" apostados em manter o planeta no pântano moral e económico
que ditará o fim desta civilização.
| Sat, Aug 2, 12:46 AM | |||
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Por estes dias em que o país arde, onde estão os rostos dos governantes
para confortar aqueles que se sentem ameaçados em si mesmos e nos seus bens?
Habitualmente desaparecem e só os bombeiros dão a cara e a coragem junto de
populações aterradas, auxiliando-se mutuamente para salvar o que por vezes é o
patrimônio de uma vida de muito sacrifício.
Na pompa e circunstância estão lá todos, mas quando o problema é maior que a
competência, tornam-se invisíveis, varrendo o assunto para debaixo do tapete na
esperança que este desapareça por si mesmo.
Paradoxalmente crescem chefes nos gabinetes mas faltam operacionais no terreno,
ou dito de outra maneira são tantos os chefes que se atrapalham uns aos outros.
Ano após ano, o mesmo carma: populações abandonadas à sua sorte e o comando
de temas tão sensíveis entregue a pessoas inadequadas. Escolher competência
para a boa gestão do país continua a ser secundarizada relativamente aos interesses
partidários.
| Tue, May 20, 7:09 PM | |||
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Pensava que para ser político de carreira bastava a adesão em tenra idade a um
qualquer partido. Depois era seguir a corrente, sem dar muito nas vistas e saber
lidar com Deus e com o diabo.
Pensava também que o CV não era muito exigente. Basta ver a Assembleia da
República onde tantos fazem carreira quase sem abrir a boca e onde alguns são
chamados de doutores e engenheiros sem o serem.
Apesar da garantia de emprego, muitos vão melhorando o desempenho para atingir
melhores objetivos.
Refiro-me a aulas de expressão dramática para enriquecer a performance política e
ajudar a convencer eleitorados indecisos.
Foi assim com um que levou um tiro numa orelha e ganhou o campeonato americano.
Antes, no Brasil, depois de um incidente parecido, Bolsonaro também chegou ao poder.
Por cá também temos os nossos “one-man show”, que em duas penadas nos demonstram
como funciona tão bem o nosso sistema de saúde - para certos utentes - e como se
ganham votos por empatia.
Somos um povo sensível ao drama, à tragédia, ao horror, como diria o Artur Albarran.
País encantado
| Fri, Jul 11, 10:27 AM | |||
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Mesas fartas em esplanadas cheias, são assim as ruas das grandes cidades.
Gente sentada e gente apressada para se sentar.
Classes sociais tão imensamente diferentes se cruzam: umas que servem e outras
são servidas.
E de toda essa gente quantos são portugueses, melhor, quantos são os
portugueses de salário mínimo sentados nessas mesas?
Provavelmente poucos, porque nesses locais os preços andam à solta e só para
“inglês ver”.
As ruas nacionais estão a abarrotar dessas gentes deslumbradas pela nossa
cultura e gastronomia, essencialmente pelo nosso custo de vida tão conveniente
para quem tem rendimentos de primeiro mundo.
País poliglota e acolhedor o nosso, adaptado a bem servir o que de melhor temos.
Nos últimos anos tudo tem sido pensado nesse sentido.
Para nós portugueses fica a obrigatoriedade de nos adaptarmos aos novos tempos
fugindo dos locais onde os preços são praticados a bel-prazer, sem que a
fiscalização (inexistente) perturbe.
Viver do turismo e para o turismo é sempre um risco em qualquer economia.
Esperemos que os decisores deste país (sempre tão competentes) pensem em
diversificar para que se este fluxo turístico nos falhar tenhamos outras alternativas.
| Wed, Jul 2, 11:27 PM | |||
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Portugal que já foi império está reduzido a este pequeno retângulo a beirar o mar
e ainda aos dois pedacitos de terra no Oceano Atlântico: Açores e Madeira.
A língua portuguesa, entretanto, está nos quatro cantos do mundo e é falada por
cerca de 260 milhões de pessoas – a quarta mais falada no mundo.
Do pouco a que já podemos chamar nosso, a língua que falamos mistura-se nos
sotaques, ajeita-se em novas palavras que vão entrando no dicionário de acordo
com a evolução natural de qualquer língua. Daí entender que o Acordo Ortográfico
foi uma cedência desnecessária ao Brasil.
Numa tentativa de apropriação ou de apoucamento é recorrente (muito nas redes
sociais) ouvirmos expressões como "português do Brasil" ou “brasileiro".
Como portuguesa que tem orgulho na sua língua, irrita-me a ignorância e o
desbarato com que se misturam alhos com bugalhos.
Só existe uma língua portuguesa, o resto são sotaques: brasileiro, angolano,
moçambicano, açoriano, madeirense, etc.
Como exemplo, nos EUA, que se apropriam do que lhes interessa, a língua que
falam é um não assunto. Eles não falam o “inglês americano”, falam o inglês, ponto.
Do mesmo modo, no Canadá, Austrália e muitos outros países se fala inglês o sem
substantivo.
Gostava que os governantes, através do Ministério da Cultura estivessem atentos
a este fenômeno que parecendo inocente, na minha opinião, não o é.